quarta-feira, 9 de junho de 2010

Sem poupar coração


Hoje acordei meio masoquista.

Sonhei com jaguatiricas me atacando numa floresta dentro de uma cidade, estar sangrando até a morte depois de ter levado uma mordida que rançou um pedaço do meu braço, minha mãe chorando pedindo pra eu falar num sei o quê lá pra Deus. Tipo, maior perturbador pesadelo que já tive. Acordei a fim de enfrentar florestas, jaguatiricas e até a morte, apenas pelo fato de que quando eu morrer vou morar no céu com Deus e palácios...

Depois de alguns minutos refletindo sobre o sonho, percebi que to passando por um desafio sim, mas o de amar, reciclando se realmente no amor a na guerra vale tudo; conclusão: sou um soldado covarde que sempre recua quando surge ameaça inimiga. Uma amiga minha diz que ela ama incondicionalmente e que ela quer mais é morrer de amor, que nem quer ouvir que amar é só pra ser feliz...

Essa mata uma leão por dia, viu?!

Prefiro pensar assim:

Eu amo você, você me ama e vamos em frente, ok?

Esse tal papo:

Eu te amo e você não me ama, mas vou te conquistar! Cara, isso não é comigo, não mesmo!

Já disse, sou o soldado covarde, além de covarde preguiçoso, gosto das coisas do amor certas, abstratas, e coerentes. Mas enfim, nem sei por que da jaguatirica predadora veio acabar no assunto conceitos de amores. Estou a dois passos da loucura mesmo, não preocupem.

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