sexta-feira, 28 de maio de 2010

Não


Eu não te amo

Mas sinto-me triste, quando não vem.

Eu não te amo,

Mas morro de raiva do tempo que não vejo passar.

Eu não te amo,

Mas perco tempo relembrando nossos momentos.

Eu não te amo,

Mas minhas orações brigam em incluir você.

Eu não te amo,

Mas estremeço quando te vejo mesmo de longe.

Não, meu amor,

Não é mero orgulho. Trata-se de algo forte, mas não, meu bem...

Eu não te amo.


segunda-feira, 24 de maio de 2010

Recebemos a irmã EDMÉIA WILLIAMS no último domingo na igreja Presbiteriana Central de Anápolis, nem preciso dizer que morri de rir!


Vivemos em um mundo altamente egoísta. São raras as ações de humanitarismo e solidariedade. Por isso mesmo, elas merecem grande destaque. São poucos os relatos de pessoas que abandonam o seu cotidiano e a sua comodidade para contribuírem para o bem-estar do próximo. A “personalidade da semana” do INTITULÁVEL é uma dessas exceções da sociedade hodierna.


Edméia Willians nasceu em Santarém, interior do Pará. Entretanto, sua família migrou para Salvador, na Bahia, onde ela passou a maior parte de sua vida. Aqui ela cresceu, realizou seus estudos, se casou, constitui família e obteve os bacharelados em Pedagogia, Filosofia, Psicologia e Música. A sua vida era normal, como de muitos. Passou a morar no Rio de Janeiro, devido ao emprego de seu marido. Chegou até a morar no Iraque, ainda na época de Sadan, também por motivos profissionais relativos ao seu esposo. Tudo transcorria normalmente até que duas tragédias mudaram a história de sua vida. Em um período muito curto, Edméia perdeu o seu esposo, que tanto a sustentou, e sua filha querida, no início da sua juventude. Foi um enorme baque. Entretanto, o ressurgimento desta mulher foi esplendoroso.

A idéia inicial era formar um coral das crianças na favela. Edméia Willians foi a idealizadora. Mas a experiência na Colina Dona Marta – como ela gosta de chamar o morro – foi muito além. Edméia é evangélica, membro da Igreja Anglicana. Não possui apenas conhecimentos seculares, mas também fez o Curso de Liderança Cristã, no Intituto Haggai, em Cingapura e é formada em Missiologia pelo Celly Oak Collage , na Inglaterra. Ela decidiu usar os seus conhecimentos, as suas finanças e o seu tempo em prol do Dona Marta. Então no início dos anos 90 ela fundou a Casa de Maria e Marta.

A Casa possui várias salas de aulas, um refeitório, um núcleo de informática e ainda uma sala anexa para aulas de música. As crianças atendidas recebem, além das aulas de reforço escolar, aulas de Educação Religiosa, Música, Inglês e de Teatro. Elas fazem três refeições no local: café, almoço e jantar. Na época do NATAL, todas ganham um pacote contendo roupas, brinquedos e demais itens que lhes sejam necessários. Tudo isso gratuitamente. Tudo isso é possibilitado pelo esforço dessa querida irmã que hoje é assessorada por Kay Davis, uma missionária inglesa. É difícil compreender como um movimento social tão forte e atuante consiga sobreviver sem apoio das autoridades, da mídia ou até mesmo de igrejas. A irmã Edméia Willians, recentemente, participou de uma das maiores convenções mundiais da igreja protestante, realizada em Belfast, na Irlanda do Norte. Lá questionaram-na sobre o magnífico projeto no morro. Ela atribui a Deus todo o sustento oriundo para a Casa. O sustento financeiro sai de doações esparsas alcançadas por Edméia em suas conferências pelo Brasil e pelo mundo. O seu reconhecimento no mundo evangélico é inegável, entretanto não existe esta mesma valorização frente às autoridades políticas e perante a mídia brasileira.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Bora?