terça-feira, 25 de agosto de 2009

Minha vida dava um filme





Um filme bom, uma pena que a classificação seria Drama/Suspense, na verdade num sei se isso é ruim, mas também viraria um clichê se eu dissesse que queria viver um romance, ou uma comédia romântica, talvez eu preferiria mais ação, menos cenas de grandes descobertas e profundas reflexões. Eu uma vez disse pra alguém (sei lá quem) que se minha vida fosse um filme, algumas pessoas levantariam bem no meio do longa e sairiam da sala de cinema totalmente entediadas por ser tão semelhante aos filmes que retratam o "mundo dos jovens" por aí...
Quando eu era mais novinha, uns 13 pra 14 anos, eu comentava com as minhas amigas:
- Não é estranho o amor de a sua vida aparecer justamente na sua vida?
Pra mim era estranho demais, o amor da minha vida aparecer na minha vida... Pois era completamente válido o meu grande amor estar na vida de outra pessoa, pra mim era uma questão de ganhar na loteria se o amor da minha vida encontrasse o caminho da minha vida. (se você num entendeu, deixa pra lá)
Outro pensamento que eu tinha quando mais nova era que música clássica era trilha de pessoas ruins, toda vez que algo ruim acontecia nos filmes, subia uma orquestra com acordes sinistros... Por isso até hoje eu gosto de músicas que tem letras, que eu posso cantarolar na rua, e berrar em casa, que eu possa chorar litros ou dançar que nem uma doida, quem em conhece sabe que se tiver uma música que eu sei cantar do começo ao fim, podem ter certeza, aquela música está falando de mim, ou de algum momento que estou passando, por isso que nunca me ouvirão cantando: "crééééu, créééu!" (risos)
Se minha vida fosse um filme a trilha sonora seria rock in roll, sem dúvida nenhuma, por mais que eu goste de Jazz e Samba, não encaixariam nas cenas tão loucas e agitadas da minha adolescência.
Uma amiga minha sempre dizia que eu tenho que tomar cuidado com minha vida/filme, porque a vida não é um ensaio geral, se eu errar, não dá pra fazer de novo, é como se eu só tivesse a chance do: GRAVANDO!